Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Accept
O Presidente
Facebook Like
Twitter Follow
Instagram Follow
O PresidenteO Presidente
Pesquisar
  • Principal
Follow US
© Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Governo

Estudo mostra que taxar super-ricos é crucial para reduzir desigualdade

16 de junho de 2025
Estudo mostra que taxar super-ricos é crucial para reduzir desigualdade
Compartilhar

Isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil deve vir acompanhada da contrapartida de cobrança mínima sobre quem ganha mais de R$ 50 mil por mês

Um estudo do Ministério da Fazenda mostra que o Brasil tem condições de não cobrar mais imposto de renda de quem ganha até R$ 5 mil por mês. Mas para que isso aconteça, é fundamental que o Congresso Nacional aprove também a taxação dos super-ricos.

O estudo elaborado pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda analisou como ficaria o cenário fiscal do país com a aprovação do Congresso Nacional do projeto de lei que prevê a ampliação da isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês.

Leia também:
Conheça mais sobre o estudo preparado pelo Ministério da Fazenda

Foram avaliados dois cenários. Um avalia como ficaria a situação do Brasil se apenas a isenção para quem ganha até R$ 5 mil for aprovada. Outro considera a situação se a reforma completa apresentada pelo Governo Federal, com a ampliação da isenção e também a taxação dos mais ricos for aprovada.

A pesquisa apontou que ampliar a isenção do imposto de renda de forma isolada, sem aumentar também os impostos para os mais ricos, pode piorar as contas públicas e ao invés de ajudar, pode aumentar a desigualdade social no país.

Para que haja essa melhoria na distribuição de renda, para que tenha mais justiça social, é fundamental que seja aprovada juntamente com a isenção de quem ganha R$ 5 mil a tributação mínima dos super-ricos. Caso contrário, nós não veremos uma melhoria da distribuição de renda no Brasil”, alerta o secretário de Política Econômica, Guilherme Mello.

O projeto que reforma o imposto de renda foi enviado para o Congresso Nacional em março. E prevê a ampliação da faixa de isenção do imposto de renda, a partir do ano que vem. Hoje, estão isentas as pessoas que ganham até R$ 2.259,20. Com a aprovação do projeto, a isenção seria ampliada e incluiria contribuintes que ganham até R$ 5 mil. Com isso, cerca de 10 milhões de contribuintes deixariam de pagar imposto de renda.

Clique sobre a imagem para assistir:

justica_tributaria.jpeg

O projeto também prevê reduzir o imposto para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7 mil. Para compensar essa perda de arrecadação, o governo propõe taxar os mais ricos, que ganham mais que R$ 50 mil por mês ou R$ 600 mil por ano. 

O governo federal destacou que, da forma como está, existem distorções que afetam a progressividade na cobrança do imposto.

Leia também:
Haddad diz que medidas corrigem distorções sem aumentar tributos para o povo. Confira os dados

Quem tem renda maior que R$ 5 milhões por mês, por exemplo, paga apenas 5,67% de alíquota real de imposto. Com a reforma proposta pelo governo federal, a alíquota sobre a renda bruta dos mais ricos aumentaria de forma escalonada, chegando a 10% para quem ganha mais de R$ 1,2 milhão por ano.

Hoje, no Brasil, uma pessoa de altíssima renda paga menos imposto de renda do que um trabalhador comum. Então, uma pessoa que ganha mais de R$ 1 milhão, muitas vezes, paga uma alíquota imposto de renda menor do que uma professora, do que um policial militar, do que um bombeiro, do que uma enfermeira. E isso é um retrato da desigualdade de renda no Brasil”, compara Guilherme Mello.

Assuntos Governo
Compartilhar este artigo
Facebook Twitter Email Copy Link Print

Você pode gostar também

Inscrições para vagas de residência em Área Profissional da Saúde do Enare 2026/2027 seguem até 15 de julho
Governo

Inscrições para vagas de residência em Área Profissional da Saúde do Enare 2026/2027 seguem até 15 de julho

11 de julho de 2026
EBC entra com ação para dar segurança jurídica à comunicação pública
Governo

EBC entra com ação para dar segurança jurídica à comunicação pública

10 de julho de 2026
Na última semana, agência fiscalizou 260 revendas contra preços abusivos de combustíveis
Governo

Na última semana, agência fiscalizou 260 revendas contra preços abusivos de combustíveis

10 de julho de 2026
Lei de acesso à informação e os usos dos canais oficiais são tema da Voz do Brasil
Governo

Lei de acesso à informação e os usos dos canais oficiais são tema da Voz do Brasil

10 de julho de 2026
Desmatamento na Amazônia e no Cerrado continua em queda em junho,  aponta Deter
Governo

Desmatamento na Amazônia e no Cerrado continua em queda em junho, aponta Deter

10 de julho de 2026
Em nova remessa, Brasil envia 4,9 toneladas de insumos médico-hospitalares à Venezuela
Governo

Em nova remessa, Brasil envia 4,9 toneladas de insumos médico-hospitalares à Venezuela

10 de julho de 2026
Inflação de alimentos e bebidas cai abaixo de zero em junho; confira lista
Governo

Inflação de alimentos e bebidas cai abaixo de zero em junho; confira lista

10 de julho de 2026
Rádio Nacional estreia programa Bem-Viver Amazônia neste sábado (11)
Governo

Rádio Nacional estreia programa Bem-Viver Amazônia neste sábado (11)

10 de julho de 2026
Preços ao consumidor caem em junho na comparação com maio e com o ano passado
Governo

Preços ao consumidor caem em junho na comparação com maio e com o ano passado

10 de julho de 2026
Curso de tecnologias espaciais tem inscrições abertas para estudantes e graduados
Governo

Curso de tecnologias espaciais tem inscrições abertas para estudantes e graduados

10 de julho de 2026
Agência reguladora determina apreensão de lotes falsificados de Mounjaro
Governo

Agência reguladora determina apreensão de lotes falsificados de Mounjaro

10 de julho de 2026
Programa Afiadas desta sexta-feira (10) discute assédio e relações tóxicas
Governo

Programa Afiadas desta sexta-feira (10) discute assédio e relações tóxicas

9 de julho de 2026
O PresidenteO Presidente